segunda-feira, 8 de julho de 2013

ALÉCIA: AQUELA QUE ESTÁ MOLHADA PELA ÁGUA DO MAR (REPUBLICANDO)

Alethea pega o telefone e, ligando para Agatocles, diz:

-  Sabe quem me mandou um e-mail hoje?

- Não! – responde Agatocles.

- Diógenes, cara!

- Diógenes? 

- Sim, aquele carinha da Grécia... de Atenas... o filósofo, lembra? Ele andou lendo meu Blog e...

- Ah! Sei... o de Sínope, o Cínico!

- É... que bom que você lembr...

- Sim, e daí?

- Daí que ele me disse que vem fazer uma visitinha em Alécia.

- Ma... pra fazer o quê?  Ele ficou doi...?

- Vem com o mesmo objetivo pelo qual dedicou a sua vida inteirinha! Em especial, vai buscar entre os polít...


- O quê?  Então ele pretende encontrar um político honesto em Alécia?

- É isso mesmo... e vem trazendo sua lanterninha. Vai abastecer com o gás do GASENE, uma novidade pra ele, né?

- É! É pra alumiar o caminho, é?

- Não, é pra ver bem na cara do sujeito...!

- Sei... vamu esperar, né!? Você tem dúvida de que...

- ... ele vai perder o tempo dele... é isso que você quer dizer?

- Você também acha, é?

- Acho. Mas ele também vai buscar um homem honesto entre os eleitores de Alécia!

- O quê? Como?  E o que tem os eleitores com os políticos desonestos?

- Ora, meu caro Agatocles, ele desconfia de que se tem político desonesto eleito é porque também tem eleitor desonesto!

- É o que vende o voto, né!? Troca por tijolo, cimento, dentadura tamanho único, óculos de grau universal, corote... Esses que ficam, de dois em dois anos, esperando a eleição pra votar nos "vagabas"!

- É... mas, tá lembrado das Sete Leis da Sabedoria? Da Lei da Correspondência?

- Ahn, sei... o tal do hermetismo!

- Isso mesmo... o princípio da correspondência ensina que “É verdadeiro, completo, claro e certo. O que está em cima é como o que está embaixo e o que está embaixo é como o que está em cima...”

- Então, ele vai comprovar a tese do...

- ... Hermes Trismegistus, isso mesmo!

- Pois é... mas o Hermes também disse que tem a Lei da Polaridade, onde "Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem o seu oposto."  Portanto, deve ter pelo menos um ou dois políticos e eleitores em Alécia que são honestos, né!?

- Claro! E a gente também não pode esquecer da Lei de Retorno ou de Causa e Efeito, né Agatocles!?

- Concordo... cara!  E a porra da Lei é muito clara, né!?  - “Toda causa tem seu efeito, todo efeito tem sua causa..., existem muitos planos de causalidade mas nenhum escapa à Lei"  -  Então, todos os desonestos estão fudidos e mal pagos?

- Nem tanto assim, pois conseguem um estado  temporal de usufruto das roubalheiras! Mas, essa Lei é infalível... não poupa ninguém que tenha culpa no cartório!

- É velho!  Nem todo mundo acredita que é responsável pelos seus atos... alguns julgam  que enganando as leis fajutas escritas pelos humanos, tá tudo bem... mas num tá, né!?

- É... e aí vem o que os orientais chamam de “karma”... e os caras desonestos sifu... por aguçarem a ira dos deuses! Hê! Hê!

- Sim, Alethea... e qual vai ser a saída pra gente resolver esse problema?

- Meu caro, vai levar um bom tempo.  Primeiro, aqueles poucos que são honestos não podem ficar...

- ... de braços cruzados, você quer dizer?

- Sim... segundo, vai ser preciso muito investimento...

- Investimento? Mas, quanto mais investimento, mais os carinhas metem a mão!!!

- Não, Agatocles... não é dinheiro vivo que vai entrar nos cofres da Prefeitura de Alécia, não! É investimento em Educação!  Educação de qualidade, entendeu!?

- Ah! Entendi!

- É isso que eu quero dizer... se não houver a participação dos honestos cobrando e denunciando e os investimentos em Educação, Alécia vai pro brejo... ou melhor, não sai do brejo!


- Mas, aí entra outra Lei, né!?

- Sim... a Lei do Ritmo, você deve conhec...

- Sim, claro... conheço! “Tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem suas marés, tudo sobe e desce, o ritmo é a compensação.”

- É isso...! e os opostos se movem em círculos. Isso quer dizer que essa onda de esculhambação tem seus dias contados... irá expandir-se, caso ainda não tenha chegado ao ponto máximo, e depois escafeder-se. Pimba! Recomeça um novo ritmo ou ciclo, dessa vez no sentido inverso.  Esperemos... com o bem preponderando sobre o mal, que aí está! A Lei do Ritmo é a garantia de que cada ciclo busque sua compensação... e acho que estamos no final de um desses ciclos.

- Porra, velho!  Não precisa fazer discurso! Tá querendo humilhar?

- Desculpa, vai... me empolguei! 

- É... pobre Alécia, tão bela e charmosa...

- ...e abandonada, vilipendiada,fudida...! apesar de o mar continuar banhando suas entranhas. A única desgraça que eles não vão conseguir fazer com Alécia é mudar o seu nome. Alécia será sempre Alécia, pois tem um enorme oceano beijando suas belas curvas litorâneas, enchendo-as de sal e vida!

- "Vamu" esperar, né!?

"Vamu", não porra! "Vamu" é agir!!! A hora é agora...!


Autor: Souza Neto  - Originalmente escrito em 18/01/2011.

Estariam as Sete Leis da Sabedoria agindo no Brasil? 

Souza Neto, J. A.  -  nascido debaixo dum pé de cacau, na cidade de Canavieiras (BA), é Marinheiro, Professor-Regente do Magistério da Bahia e Membro da Academia de Letras e Artes de Canavieiras (ALAC).

QUE PAÍS É ESSE!?


QUERO CANCELAR MINHA LINHAAAAAAAAAA! P.....!!!


sábado, 6 de julho de 2013

O LETRADO E O JANGADEIRO

Atalaia é um pequeno povoado do município de Canavieiras (Bahia), situado na ilha que lhe dá o nome. 

Até meados dos anos 70, a Ilha de Atalaia ficava isolada da cidade pela inexistência de ponte ligando as duas ilhas (Canavieiras é ilha fluvial). Naqueles tempos, o meio de transporte entre Atalaia e a sede eram as canoas a remo e algumas poucas a motor.

Atalaia era habitada por uma maioria de pescadores nativos (caiçaras) e, nos finais de semana, recebia a visita das famílias dos "barões" do cacau, que lá possuíam suas casas de veraneio.

Num determinado final de semana, convidado por um desses "barões", aporta à ilha um ilustre convidado. O sujeito, além da elevada instrução, era um empreendedor de muito sucesso. 

Jangada de Piuba
A pesca na ilha era totalmente artesanal - como ainda ocorre nos dias de hoje  - e feita com jangadas.

Nos seus primeiros contatos com os caiçaras, o visitante observou-os jogando carteado sob as sombras dos oitizeiros, enquanto as crianças se divertiam na extensa área formada de gramados e plantas, correndo picula e jogando futebol.

Em plena segunda-feira, o visitante espantou-se ao ver os nativos ainda descansando sob a sombra dos oitizeiros, jogando conversa fora, dando vez por outra uma pitada num chumaço de sari e ainda no jogo de canastra, como vira no dia anterior. 

Informou-se com seus anfitriões e ficou sabendo que os caiçaras colocavam suas jangadas no mar, quando muito, um dia por semana. Geralmente, no dia em que a lua - e a maré  - estavam favoráveis a uma boa pesca. Nessas saídas passavam dia e noite pescando até capturarem o pescado julgado suficiente para a manutenção de suas famílias pelo período mínimo de sete dias. 

A maior parte do produto da pesca era levado para a cidade (Canavieiras), onde, com o dinheiro da venda, compravam arroz, feijão, carne, farinha, açúcar e outros gêneros de primeira necessidade, além de fumo, mortalha e cachaça.

O restante do tempo, os nativos passavam do jeito que o visitante havia observado naquele curto espaço de tempo na ilha: jogando baralho e pitando cigarros de mortalha e fumo de rolo debaixo dos pés de oiti. Suas jangadas ficavam devidamente "docadas" sobre cepos de madeira e muito bem amarradas, à salvo das ondas que subiam nas preamares. Só retornavam ao mar quando a "dona maria", soava o alarme ao fiscalizar a despensa: "Fulano, o feijão só dá pra mais um dia!"

Naquele mesmo dia, geralmente na boca da noite, os homens colocavam suas jangadas no mar.  Às vezes nem era preciso o alarme emergencial do estoque...! Acompanhando as fase da lua, eles já sabiam o dia certo pra nova empreitada mar adentro.

Intrigado com o que via, e cheio de conhecimento pra dar, nosso ilustre visitante deu um jeito de arrumar mais um dedo de prosa com os caiçaras.

E foi dizendo:

- ... se vocês pescarem cinco ou seis dias por semana, dentro de um ano, com o dinheiro que juntarem, poderão comprar um barco e aposentar a velha, desconfortável e "insegura" jangada!

Os pescadores, entreolhando-se, dão uma trégua no carteado para continuar ouvindo as palavras bonitas e sábias daquele culto visitante.

- Em dois anos serão dois barcos... Daqui a dez anos dez barcos! Daqui a vinte, vinte barcos!  Pronto! Aí vocês serão empresários de uma frota de barcos pesqueiros.  Poderão pagar a uma tripulação para fazer a pesca pra vocês... Não precisarão mais enfrentar os perigos do mar e, se quiserem, poderão ficar até os sete dias da semana, inteirinhos, debaixo dos oitizeiros jogando baralho e fazendo o que bem entenderem!

Ao final das palavras do visitante, um dos pescadores perguntou:

- Seo moço! por que qui nóis tem qui isperar vinte ano pra fazer o qui nóis já tá fazendo agora!?

SOUZA NETO

quinta-feira, 4 de julho de 2013

A PREGUIÇA NOSSA DE TODOS OS DIAS!

Oi gente!
De vez em quando leio em algum lugar a tentativa inócua e esfarrapada de se contrapor à "tese" de que nós bahianos somos preguiçosos.  

Ora, preguiçosos existem em todos os lugares desse Planeta! Concordo. Mas, em se tratando de Brasil, nós (bahianos) somos imbatíveis quando o assunto é PREGUIÇA!

Até já pensei em escrever um livro sobre essa danada que vive trepada nos nossos cangotes.  Mais, pensei... pensei... pensei um pouco mais  -  o que não é normal em mim, pois fico cansado só de pensar!  -, e decidi que não vou escrever porra nenhuma!  Escrever dá trabalho!  Dá ou não dá!? Além do mais, por que vou escrever uma porra de livro se o povo tem preguiça de ler!?

Fico aqui imaginando o pobre coitado do Jorge Amado, dia e noite premindo o teclado de sua velha Olivetti pra escrever os contos dos coroné dessa Terra!  Além de corajoso e imaginativo, Amado conseguia dar uma espanada na velha preguiça.

Quando digo que não vou escrever mais o tal livro é porque não vou ter tempo! Esta semana que está terminando, joguei quatro babas com os amigos; no próximo fim de semana deverei ir a Canavieiras rever amigos - e jogar mais futebol -, claro! 

Ainda por cima, preciso arranjar tempo pra beber umas biritas, um uisquinho com gelo de água de côco, ficar um pouco sob o sol, torrando.  Nas horas de folga, quando não estiver fazendo nada, (nada do que está aí em cima!) vou dar uma durmidinha pra descansar!  

Ninguém é de ferro! Nasci na Bahia, véi!

Com todo esse "trabalho" que preciso fazer, ainda tenho que dar atenção à minha bahiana em casa: assisti-la fazendo streep ao som de um  axé ou arrocha, por exemplo.  Inda vou ter de arrumar um tempinho para ver as bahianas alheias (na Bahia se diz "dos outros") sentando na boquinha da garrafa, quicando na latinha, ou quaisquer outras dessas "traquinagens" inventadas na Bahia. 

Ufa! Já  ficando cansado véi! É de tanto pensar e escrever essa matéria!

Só  dizendo aqui que tava pensando (vixe!) em escrever um livro porque já desisti da ideia. Se não tivesse desistido não iria dizer porra nenhuma pra ninguém! O que mais tem por aí é bahiano preguiçoso que vive tentando descobrir o que os outros tão pensando pra roubar a ideia. 

Os priguiçoso róba inté ideia! Vixe!

Como não  mais preocupado por ninguém tentar roubar essa ideia trabalhosa de escrever o tal livro sobre a preguiça da baianada, vou até citar alguns causos que comprovam a nossa preguicinha de todos os dias.

PREGUIÇA DE SUBIR ESCADAS

Um conhecido comerciante de Canavieiras resolveu aproveitar a sobreloja do "supermercado" pra ampliar o estabelecimento. 

Concluída a obra, colocou na sobreloja os produtos de camping, praia, eletrodomésticos e outros não-comestíveis. Estranhamente, todas as vezes que eu subia àquele piso, ele estava praticamente vazio. Decorridos alguns meses, o comerciante fechou a sobreloja e colocou todos os produtos no térreo.

Curioso, perguntei:  "Fechou a parte superior por quê?"  

Ele respondeu: "Bahiano tem preguiça de subir escada até pra receber dinheiro, imagina pra comprar alguma coisa!"

É que o acesso à sobreloja era por uma escada"pedante"; se fosse rolante teria acontecido o mesmo que vem ocorrendo na loja Riachuelo do Shoping Jequitibá, em Itabuna: tem até fila pra os nativos que querem"andar" de escada rolante pela primeira vez! Outro dia, quando não achei vaga embaixo (do shoping) e tive que estacionar o carro em cima, tinha uma petizada fazendo festa com a subida e a descida da escada rolante!  Nos caixas da loja, Chuelo Ria de tristeza com o "paradeiro".  Movimento? só mesmo na escada rolante! Se fosse dono da loja cobrava uma "taxa-escada"!

PREGUIÇA DE ATRAVESSAR A RUA

Isso acontece muito nas cidades menores da região e nos bairros não-centrais de Itabuna e Ilhéus...

O sujeito vem com o carro pela rua... vai dirigindo normalmente, pelo lado da mão... Mas, o lugar de destino, onde irá parar, fica no lado oposto. Isto é, na contramão! Aí, o cara faz uma "baianada": leva o carro para a contramão e estaciona ao lado do meio-fio.  Do meio-fio do lado que vai descer, lógico!  Já sai do carro pisando na calçada vizinha ao endereço de destino.   

Pra que atravessar a rua!? Isso dá um trabalho retado pra quem é preguiçoso!  Melhor correr o risco de se envolver num acidente com outro carro, de dar uma"atropeladinha" num pedestre...  tudo em nome da senhora preguiça!

Não, não vou falar quantos minutos o bahiano leva pra colocar a primeira marcha depois que o sinal fica verde! Também não vou dizer que a baianada tem preguiça de ligar a seta indicando que pretende dobrar à direita, e,  com isso, outro carro que está no cruzamento à frente (do lado direito) deixa de se movimentar e sair, por conta desse pequeno ato preguiçoso.

Ciclista por o pé no chão e esperar pra dobrar à esquerda no cruzamento...!  Ôxe! Nem pensar! Tá "doidio"! Enfia-se com a bike pela contramão entre os carros e o meio-fio "adversário" e se pica! 

Aí em cima, em algum lugar do texto (tô com uma preguiça retada de contar as linhas e os parágrafos pra facilitar), escrevi "vixe" e "ôxe". "Vixe" e "Ôxe" são dois exemplos verbais da nossa preguiça. Já pensou falar "Virgem Maria!" ou mesmo "Ó gente...!".  Ao longo do tempo os termos foram se contraindo: de Virgem Maria para Virgem; de Virgem para Vixe; e, agora, de Vixe para Ixe.  Ó gente passou pra Óxente; agora é Ôxe.  Pra que dizer o nome todo se todo mundo entende, 

Veja que comecei essa prosa com o vocativo "Oi gente!".  Imagina o tempo que ia levar e as letras que ia gastar pra escrever "Olá amigos leitores deste blogue!"

E viva a preguiça!

Souza Neto

NADA MUDOU... CONTINUA TUDO ERRADO!



A música foi sucesso em 1976.

sábado, 29 de junho de 2013

ROLANDO PELA INTERNET

MARGARETH THATCHER ESTAVA CERTA...
Sabe quantos países com governo socialista restam agora em toda a União Europeia?
Apenas 3:
1. Grécia 2. Portugal 3. Espanha.

Os 3 estão endividados até o pescoço
.

Por que será, hein?

A esquerda não diz que o socialismo é a solução para o mundo?
Como bem disse Margaret Thatcher, quando. 1ª Ministra da Grã-Bretanha:
"O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros."

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar,pois a outra metade da população irá sustentá-lae quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metadeentão chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.”

FALANDO DE FUTEBOL

Inúmeros temas e assuntos podem estar ligados ao Futebol. No entanto, pouquíssimas palavras serão necessárias para finalizar este meu argumento sobre o chamado "esporte bretão".
Não obstante os registros históricos de que, há mais de 2 mil anos A. C., os soldados chineses já praticavam um esporte que consistia em chutar os crânios de seus inimigos vencidos e decapitados, evoluindo para o tsu-chu, onde se usava uma bola de couro recheada (chu) que deveria passar por dois bastões fincados no solo (precursores das balizas), com a finalidade de preparar combatentes; insiste-se que o Futebol foi mesmo criado pelos britânicos.
Consideremos, então, essa última afirmativa como sendo verdadeira, para que eu possa apresentar o "argumento" prometido:

Os ingleses ciaram o Futebol; os brasileiros o aperfeiçoaram e embelezaram, com o acréscimo da técnica, da improvisação e do drible; os europeus o enfeiaram, fazendo com que a força física suplantasse a técnica e a arte do drible; e, contemporaneamente,os espanhóis conseguiram transformá-lo no esporte mais chato e maçante do Planeta, ao eliminarem o drible, abortarem a criatividade e abrirem mão da objetividade.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

VOLTANDO ÀS POSTAGENS

Depois de quase oito meses de ausência, volto às atividades neste Blog. Não obstante as graves ocupações diárias, procurarei arranjar um tempo mínimo para manter este espaço atualizado.
 
Na matéria abaixo, considerando os fatos ocorridos nos anos que sucederam a chamada "abertura política" faço um prognóstico de que os baderneiros e homicidas de hoje serão os governantes de amanhã, nestas terras de Pindorama.
 
E, como agora, continuaremos com falsos índios e integrantes dos chamados "movimentos sociais" invadindo e destruindo fazendas; traficantes comandando territórios; milhões de jovens delinquentes e viciados; ladrões ocupando prefeituras, palácios, assembleias   e o Congresso Nacional; a Saúde e a Educação públicas aos trapos; e a insegurança campeando pelas ruas, enquanto os verdadeiros cidadãos mal podem sair de suas casas.
 
Souza Neto 

FOTOS DOS FUTUROS GOVERNANTES DO BRASIL

Entusiasmados pelos exemplos dos terroristas, assassinos, sequestradores e ladrões de bancos atualmente em todas as esferas de poder no Brasil, estes certamente almejam ocupar os mesmos cargos num futuro bem próximo.

  
 



No palanque de campanha, declinarão todos os atos de vandalismo e de afronta ao Direito e às Leis que perpetraram nos últimos dias... e... certamente... serão eleitos e ocuparão os cargos mais elevados da política brasileira, como ocorre hoje!
 

domingo, 28 de outubro de 2012

OLHA O TIRO!

 Se não quiser morrer de rir, 

SOLUÇÕES PARA O TRÂNSITO DE ILHÉUS


Fico aqui com meus botões imaginando quando sairão do papel os “meus projetos” para Ilhéus:

1) Ponte sobre o rio Cahoeira nas imediações do Vilela, com duas perimetrais, uma ligando a BR-415 ao trevo do Pólo Industrial e outra até a BA-001, no Cururupe;

2) Com a retirada de enorme fluxo de tráfego de veículos do centro de Ilhéus, o atual trecho da BA-001 entre o Nelson Costa e o Cururupe seria transformado na bela e bem urbanizada Avenida Litoral Sul. As atuais cabanas de praia seriam demolidas e o próprio poder público construiria Quiosques padronizados na orla, fora da areia da praia, a serem explorados pelos atuais donos de caba na forma de comodato; e

3) Para melhorar a mobilidade urbana, seria construído um sistema de transportes aero-metroviário sobre trilhos ou por cabos, ligando as principais elevações de Ilhéus. Começaria na Morada do Bosque e terminaria no Morro de Pernambuco. Se o atual aeroporto mudar de local, poderá ir até Ernani Sá/URBIS. Em seu percurso, o metrô cobriria todos os pontos elevados existentes, a exemplo da Conquista, Vitória, São Sebastião, elevação próxima ao Jardim Pontal e, finalmente, Morro de Pernambuco; ou Ernani Sá. Em cada estação haveria elevadores para a descida e subida dos usuários, podendo ser, a depender da geografia do local, do tipo “plano inclinado” ou vertical panorâmico.

Por essas e outras ideias, que os “pitecos” chamam de “utopia (não leram Paulo Freire), rotulam-me de "O Ideota”.

SOUZA NETO

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

DEGUSTANDO UM "XI-JEGUE"

Se você é daqueles que gostam de se sentar em banquinhos em volta de trailes esfumacentos e degustar "BOMBAS" compostas de HIDRATO DE CARBONO E ÁCIDOS GRAXOS, LEIA AÍ EMBAIXO!

"XI-JÉGUE"

Estava pensando em escrever um bom artigo sobre o "baianês".  Tecer considerações a respeito de expressões largamente empregadas por nós, bahianos, como: "oxi", "vixe", "nestante", "pocou", "mais eu", "ni",  além de outras. Não parece tarefa fácil, pois tem o "baianês" sulbaiano, o oestano e o metropolitano. Arrghh!!!

Tá difícil "véi". A "bola-sete" entrou em sinuca-de-bico e o taco espirrou! Tô na "Briosa"! É...!!! de volta! E o tempo anda escasso, "sô"!

Pra não deixar o blog parado, decidi republicar algumas abobrinhas. 

 

"XI-JÉGUE", postado em fevereiro de 2011 é uma delas.   

 

 "XI-JÉGUE"

Fazia uma bela noite em Alécia. O calor era intenso e qualquer fiapo de brisa seria muito bem-vindo naquela praça do Pontal. A lua, sorridente, abraçava a todos com seus raios de luz.

Ágabo chega e senta-se em volta de uma das mesas. Logo depois, seu amigo Aristides faz o mesmo. À frente dos dois, num "trailer" esfumacento, gente se desdobra, nas chapas quentes e engorduradas, para atender aos pedidos com a maior brevidade.

Chega um rapaz, travestido de garçon,  ao qual Ágabo solicita o Menu.  

- O quê? "Meni"? - surpreende-se  o rapaz.
- É!  Mas, se não tiver "meni" pode trazer o cardápio mesmo!  -  diz Ágabo.

Enquanto isso, Aristides só observa.
Já de cardápio nas mãos, Ágabo esbraveja.

-  Mas, que diabos de tanto "Xis"!
- O que foi Ágabo?  -  interroga Aristides.
- Dê uma olhada...  -  e foi passando o cardápio. - Olha Aristides, quase todos os sanduíches começam com a letra "Xis"!
- Ahn... é verdade.  -  Aristides concorda com o amigo.
- Já leu?  Tem diversos "espécimes" de sanduíches cara! "X-Egg", "X-Bacon", "X-Tudo", e por aí vai...
- Sim, e daí?  - pergunta Aristides.
- Logo você cara!?  Alguém que eu tenho na conta dos intelectuais... Você, "O Brilhante e Astuto", me fazendo uma pergunta dessas depois de ter lido essas baboseiras!?
- Calma velho!
- Onde você já viu se escrever queijo com Xis!?  -  pergunta Ágabo.  -  E ainda dizem que "O Incerto" sou eu! -  completou, demonstrando irritação.
- Ah... entendi...
- Aaahhh!  Já percebeu?  E antes que você me diga: "É queijo em inglês, seu burro!", eu vou lhe dizendo que queijo em inglês é com "C" e não com "X".  Escreve-se "Cheese", cuja pronúncia correta é "tchiiz" e não "Xis".  
- Tá bom!  Não precisa fazer discurso!  Nós viemos aqui pra quê?
- Pra comer, né!?

Mal Ágabo havia respondido, chega o "garçon" com os pedidos:

- O "Xi-Jégue" é de quem?

Ágabo olhou pra Aristides, que também olhou pra Ágabo.  E os dois deram uma sonora gargalhada.

- Tá vendo... - foi dizendo Ágabo.  -  Queijo virou "Xi" e ovo virou "Jegue".

Saíram dali comentando sobre a fertilidade da imaginação dos brasileiros em criar novos verbetes.  Não demora muito, o Ximenes ou o Aurélio incluem essas baboseiras nos seus dicionários com os significados estapafúrdios que as pessoas querem dar a elas, concluíram.
 
NOTA: BAHIANO! Foi assim que escrevi! Bahiano é com "H" P...! Tem que ser com "H"! Com o "HI" tônico. Baiano, sem "H", é pra quem nasce e/ou vive em baia, local onde os equinos descansam e se alimentam. Os gramáticos que se f...! Não sabem nada!

Autor: Souza Neto (26/02/2011). 
(Membro da Academia de Letras e Artes de Canavieiras (ALAC).

DIA DO PROFESSOR

FELIZ DIA DO PROFESSOR (É hoje! alguém lembra?)

CAZO

BRUM

domingo, 29 de julho de 2012

NÃO CUTUQUE A ONÇA!

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Aileda de Mattos Oliveira

Primeiro foi o Jobim. Abraçou a onça do CIGS para mostrar ser tão fera quanto a fera. Acredito que o felino estivesse sonolento com o odor petista que devia exalar do arrogante chefão. Daí, aguentar tirar uma foto com o falso ‘quatro estrelas’, sem lhe arreganhar os caninos.

A situação é outra, de seriíssimas consequências. Mas a presidente não quer copiar o seu antigo ministro e abraçar a onça. Ao contrário, vem de cutucá-la com o canetaço guerrilheiro, substituto das armas pesadas de outrora. Mas essa onça é de outra categoria, portanto, cautela com as disparatadas assinaturas apostas em Medidas Provisórias, que na concepção estranha dos ocupantes do poder, são sempre definitivas, já que o Poder Legislativo faz vista grossa quanto às suas validades, pois, esta Casa regulada pelo Executivo, é mera ficção.


Dar um salário mais alto a um agente penitenciário ou de polícia em início de carreira do que recebe um coronel com vinte e cinco anos de serviço, e equiparar o salário de um carcereiro ao de um general é abusar demais do poder de desenhar seu nome búlgaro nos documentos oficiais brasileiros.


Se a presidente é Comandante em Chefe das Forças Armadas, e é com horror que escrevo isto, deve saber que se algo acontecer ao país será a única acusada de crime de lesa-pátria. Será a única acusada de displicência com as coisas do Estado e com a sua defesa. Será a única acusada de responsabilidade pelo desaparelhamento das Forças. Será a única acusada de ter negado o aumento justo àqueles que são realmente os únicos que pensam o Brasil, mas também pensam nas suas famílias e têm filhos para criar e educar.


Carlos Lacerda, o melhor, o mais empreendedor governador do então Estado da Guanabara, agora espoliado Estado do Rio de Janeiro, sempre dava aos servidores (policiais, bombeiros, professores) o mesmo índice salarial que o governo federal. Assim eliminava as distorções, tão aberrantes nos dias de hoje. Mas Lacerda era inteligente e sabia governar.


Infelizmente, essas Forças, na hora em que a presidente estiver em aperto, sairão em seu socorro. Infelizmente, repito. Como advogo pela Pena de Talião, deveriam deixar acontecer, já que a comandante nada faz em benefício dos seus comandados, nada faz em benefício das que são consideradas as mais respeitáveis instituições nacionais. Nada faz, por medo. MEDO!


Paradoxalmente, ao final de mais um ano de desgoverno, o rancho presidencial com a trupe familiar começa a se movimentar em direção a uma das Organizações Militares, que tem de gastar o que não lhe dão para satisfazer a truculenta e os seus graciosos descendentes, nas felizes férias de verão.


Expressando-se mal, organizando pior as ideias que brigam entre si, foi galgando os degraus da política pelos acordos e não pelo saber. Para ser presidente da república, atualmente, basta comprar votos e aliados de ocasião, não precisando, em absoluto, ser alfabetizado. Mas para se atingir o generalato, a cara senhora desconhece que é preciso viver com os livros, fazer cursos, aprimorar-se continuamente, acumular conhecimentos específicos à sua área de atuação, sem os quais o militar não chegará ao último estágio de sua carreira, aos quarenta anos ou mais de serviço.


A insensatez dessa senhora é tão grande que a impede de ter um raciocínio lógico, de enxergar as evidências de que provocar o desequilíbrio do país pela desmoralização dos membros das Forças, ao equipará-los ao abridor e fechador de portas da carceragem, é brincar com a sorte que AINDA está do seu lado. Mas não se iluda a eterna guerrilheira: apesar de esta onça não ser pintada (ou por esta mesma razão) quando acuada, adquire uma força extraordinária que a sua bisonha imaginação não pode supor.


É chegado o tempo. O tempo kairós, como diziam os gregos. É o momento exato de se tomar a decisão correta. Se essa pequena presidente tivesse coragem, não fosse dominada pelos seus retrógrados parceiros, não ouvisse a voz rouquenha de um Lula ignorante e ultrapassado, transformaria as Forças Armadas no sustentáculo do desenvolvimento do país, de sua defesa, levantando o moral de seu medíocre governo e reintroduzindo a moral que não existe nele.


Mas falta-lhe coragem, falta-lhe coragem de romper com o passado, falta-lhe coragem de ver que os tempos mudaram, falta-lhe coragem de reescrever o futuro do país com clarividência, falta-lhe coragem de dar às costas aos parceiros internos e aos da periferia latina, desequilibrados detentores do poder. Falta-lhe coragem porque lhe falta personalidade. Mas sobra-lhe medo, o medo das Forças. Medo de aliar-se a elas para dignificar o país, para elevar a nação à posição de potência atlântica. Por isso, tropeça seguidamente como chefe de Estado, por isso, fracassa continuamente como comandante em chefe.


Quanto à onça, está quieta além do desejável, parecendo frouxa, como já disseram alguns, mas está alerta, felinamente alerta. É bom não cutucá-la com o canetaço do poder, instrumento mais adequado ao demagógico assistencialismo, corrosivo meio de submeter o povo, já de natureza, servil.


Aileda de Mattos Oliveira é Professora Dr.ª em Língua Portuguesa. Membro da Academia Brasileira de Defesa.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

FUZILEIROS NAVAIS - Tudo isso me fez ficar 30 anos!

Subex-Ref 2012: Fuzileiros Navais treinam pesado no Espírito Santo

SUBEX-REF 2012
Ronaldo Olive


No período de 4 a 14 de julho, a Marinha do Brasil realizou uma grande Manobra Operativa na região de Itaóca, na costa sul do Espírito Santo, reunindo cerca de 650 militares e quase 100 viaturas e equipamentos de engenharia. A coordenação da SUBEX-REF 2012 foi do Comando da Tropa de Reforço e envolveu todas as suas unidades subordinadas, como o Batalhão de Viaturas Anfíbias, o Batalhão Logístico de Fuzileiros Navais, o Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais, a Unidade Médica Expedicionária da Marinha, a Companhia de Apoio ao Desembarque, a Companhia de Polícia e a própria Base de Fuzileiros Navais da Ilha das Flores. O importante evento do calendário operativo do Corpo de Fuzileiros Navais teve como propósito adestrar a TrRef no provimento do apoio logístico e do apoio em movimento aos Grupamentos Operativos de Fuzileiros Navais formados no âmbito da Força de Fuzileiros da Esquadra.


TECNOLOGIA & DEFESA acompanhou o evento com exclusividade e, em sua próxima edição impressa, apresentará completa cobertura do mesmo. As fotos a seguir são uma pequena amostra das atividades realizadas no transcorrer da Manobra.
Fuzileiro Naval utiliza detector de minas terrestres
Equipe da Companhia de Polícia faz a guarda de um "prisioneiro"
O moderno hospital de campanha da Unidade Médica Expedicionária da Marinha
Um CLANF do Batalhão Anfíbio utilizando o kit adicional de blindagem reativa
CLANF em progressão por terreno repleto de obstáculos erguidos pelo "inimigo"
Remoção de fuzileiro ferido para a retaguarda, realizada por equipe de socorristas trajando apatrechos de proteção NQB
Fuzileiro Naval equipado com máscara, luvas e demais apetrechos de proteção NQB
Modernas instalações de descontaminação são utilizadas pela Cia NQBR
A Unidade Médica Expedicionária da Marinha conta com avançados recursos para salvar a vida dos feridos em combate
CLANF durante deslocamento anfíbio
Travessia de curso dágua realizada por equipes de engenharia
Transposição de curso dágua com transporte de suprimentos e veículos, realizado pelo pessoal da engenharia de combate
Equipes da engenharia de combate preparam uma área de transposição de curso dágua
Uma ponte de travessia montada sobre pontões flutuantes pela engenharia de combate
As espartanas acomodações na base de Fuzileiros Navais em Itaóca, ES

sábado, 21 de julho de 2012

GBARBOSA ILHÉUS - PÉSSIMO ATENDIMENTO

Estou a mais de dois meses aguardando a aprovação e a expedição de um cartão do GBarbosa. Há cerca de dois meses, quando a loja de Ilhéus ainda não tinha entrado em funcionamento, fui abordada por prepostos daquela empresa com a sugestão de preencher um cadastro para o recebimento de um cartão de compras. Aceitei e forneci os dados solicitados.
Desde que a loja em Ilhéus foi inaugurada, compareci quatro (4) vezes ao setor de atendimento e cumpri todas as exigências que me foram feitas.
Hoje, sendo a quarta vez, e sem solução, decidi entrar no site do GBarbosa para solicitar o encerramento do processo de análise de cadastro, a retirada dos meus dados pessoais dos seus arquivos e uma resposta, via postal ou por e-mail,  de que minhas solicitações foram atendidas. Cliquei no link "Fale conosco", preenchi todos os campos obrigatórios (*) e tentei enviar a mensagem. Todas as vezes que foram clicadas no botão "ENVIAR", aparecia a recomendação "Preencha o campo CPF".  Acontece que o "campo CPF" só aparece quando o motivo escolhido é "Cartão", quando são solicitados além do CPF o número do cartão, que não tenho. 

ABAIXO PODE-SE OBSERVAR QUE NOS CASOS DE RECLAMAÇÕES NÃO EXISTE O "CAMPO CPF":

*
*
*

*
BA
*
Reclamações
*







* * Preenchimento obrigatório.

Depois disso, tentei entrar em contato com o SAC do GBarbosa, cujos telefones estão transcritos abaixo.

0800 979 3290, opção 1 – Assuntos de Lojas GBarbosa
Horário de funcionamento:
Segunda a Sexta das 08:00 às 17:45h
Sábado das 08:00 às 14:00h

Central de Atendimento Cartão GBarbosa
4002 2216 (capital e região metropolitana)
0800 284 1955
(demais localidades)

Infelizmente, isso também não foi possível, uma vez que não são aceitas ligações de telefones celulares. Como o número de pessoas que possuem telefones com linhas fixas diminui a cada dia, deduzo que brevemente ninguém poderá entrar em contato com o SAC do GBarbosa.

Na esperança de que alguém do GBarbosa possa tomar conhecimento, aí está a mensagem que tentei transmitir sem sucesso:

"Esse contato tem a finalidade de solicitar a retirada dos meus dados pessoais do site dessa empresa. O principal fato que motivou essa solicitação está no péssimo atendimento do setor responsável pela análise e expedição de cartões, conforme abaixo:
1) Fui abordada por um preposto da empresa numa das ruas da cidade de Ilhéus e concordei em preencher um formulário de cadastramento;
2) Naquela oportunidade só me foram solicitados nome, CPF, endereço e telefone;
3) Quando compareci à loja para retirar o cartão, fui informada que deveria apresentar um extrato pago de outro cartão ou de conta bancária. Ressalta-se que tal exigência não fora apresentada quando do preenchimento cadastral;
4) Retornei à loja levando meu extrato de conta bancária, o qual foi digitalmente ou por meio de FAX enviado ao setor competente para análise; e
5) Decorridos aproximadamente 30 dias, retornei à loja (hoje, 21/07/2012) e, depois de enfrentar longa fila, fui informada de que meu cadastro ainda encontra-se sob análise.
Diante do exposto, reitero que os meus dados pessoais, fornecidos durante o preenchimento do cadastro, sejam apagados dos arquivos dessa empresa e que o envio do cartão seja sustado.
Solicito ainda que essa empresa me envie resposta postal ou por e-mail informando que o que ora solicito foi atendido.

Atenciosamente,

Maria Gilma"







sábado, 7 de julho de 2012

MARINHA DO BRASIL PERDE PILOTO EM VÔO DE TREINAMENTO

Piloto da Marinha morre após se ejetar de Super Tucano no MS

Aeronáutica confirma morte de piloto em queda de caça em Campo Grande
Caça estava indo com outro avião para treinamento no Pará, diz FAB.
Acidente aconteceu em uma área de pastagem próximo ao Indubrasil.
Avião da FAB caiu em área rural de Campo Grande MS (Foto: Wendy Tonhati/G1 MS)
Com o impacto da queda, aeronave ficou parcialmente enterrada (Foto: Wendy Tonhati/G1 MS)

Uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) caiu na manhã deste sábado (7) em Campo Grande. A queda do caça A-29 Super Tucano aconteceu às 7h40 (horário de MS) em uma área de pastagem próximo a um distrito industrial da cidade. O piloto, único ocupante do avião, morreu no local.
Conforme a FAB, o capitão-tenente Bruno de Oliveira Rodrigues, 32 anos, era oficial da Marinha e, desde o início de 2011, fazia o Curso de Líder de Esquadrilha da Aviação de Caça no Terceiro Esquadrão do Terceiro Grupo de Aviação da FAB, na capital sul-mato-grossense.
A assessoria de imprensa da Marinha informou que Rodrigues nasceu no Rio de Janeiro e estava na corporação desde fevereiro de 1997. Ultimamente, estava lotado em Ladário, a 435 km de Campo Grande.


O comandante do Esquadrão de Comando da Base Aérea de Campo Grande (BACG), major Luciano Sivieri, disse ao G1 que o A-29 Super Tucano estava indo com outra aeronave do mesmo modelo para um operação de uso de armas na Base Aérea do Cachimbo, em Novo Progresso (PA). Os dois caças pertencem ao Esquadrão Flecha, sediado na capital de Mato Grosso do Sul, e foram fabricados pela Embraer.
Quando uma das aeronaves caiu, a outra voltou para a Base em Campo Grande. Segundo a FAB, o piloto se ejetou às 7h40 (horário de MS) antes da queda na área de pastagem.
O corpo dele foi localizado em outro local e foi resgatado por helicópteros da Aeronáutica. Com o impacto da queda, a aeronave ficou parcialmente enterrada, ficando apenas com a parte traseira visível.
Helicóptero que resgatou corpo de piloto da FAB após queda de caça (Foto: Wendy Tonhati/G1 MS)
Trabalhadores de uma indústria da região foram os primeiros que viram o acidente. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a área do acidente foi isolada em um raio de 300 metros porque havia risco de explosão, já que vazou combustível da aeronave.
Conforme a nota da Força Aérea, “a Aeronáutica já iniciou as investigações para apurar os fatores que contribuíram para o acidente e está prestando todo apoio aos familiares”.