segunda-feira, 2 de maio de 2011

O ASSUNTO DOS PRÓXIMOS DIAS... ATÉ DOMINGO!


Nesse período que antecede o segundo Domingo de Maio vai ter de tudo.  A propaganda nos veículos de comunicação vai comer solta.  Afinal, para esse mundo capitalista, o "Dia das Mães" não passa de mercantilismo.  É mais um período para se bater recordes nas vendas, em relação aos anos anteriores! Vender é o que realmente importa!

E, o que é pior...
Vai ter "filho da mãe" querendo agradar "aquela que o pariu" com o dinheiro do contribuinte...

Vai ter gente se aproveitando do "mote maternal" para  tentar  justificar o injustificável...


Já tem até "mãe" inventada (pela propaganda política).

 

Vão tentar vender produtos até para filhos que ainda não nasceram presentear mães que ainda não pariram...

Para "O Aríete", todo dia é o Dia das Mães!

Por isso, ansioso que nem  bebê "placentário", vou antecipando minhas homenagens a todas as Mães do Planeta, em especial a Gilma  - Mãe de meus filhos Eduardo e Carlos Bernardo  - e a Sandra  -  Mãe de minhas filhas  Alessandra e Luciane.
  VÍDEO

 ANIMAÇÃO 
(Faça Download no Link abaixo)


O ASSUNTO DO DIA

SPONHOLZ - JORNAL DA MANHÃ


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A BABAQUICE DO ANO

PAIXÃO - GAZETA DO POVO


paixao288

ESTÁ FALTANDO VIVACIDADE!

Hoje pela manhã, em meio às notícias da morte de Osama bin Laden, liguei pro Abnara. Os comentários sobre a morte do terrorista não demoraram muito... Abnara estava com um assunto na ponta da língua pra tratar comigo.   No meio da conversa, com toda sua sabedoria, Abnara foi me dizendo:
- Alethea, sabe de uma coisa?
- Não  -  respondo.
- Descobri uma das razões do trânsito complicado de Alécia...
- Descobriu, é!
- Sim, meu velho... parte do problema é causado pelos motoristas que transitam em Alécia!
- Explique-se, Abnara!  Não estou entendendo!
- É, meu caro!  É isso mesmo!  Os motoristas de Alécia não sabem dirigir... ou melhor, ainda não aprenderam a dirigir em cidade grande!
- E desde quando Alécia é grande?  Tá ficando maluco, Abnara!?  Logo você, que é a luz da sabedoria!?
- Calma, Alethea... também não precisa ofender, né! Alécia ainda é pequena, mas o número de veículos nas ruas aumentou... você sabe!  Tem até um repórter do PIG numa cidade gaúcha que diz que "essa quantidade de miseráveis" ao volante é culpa do governo, por ter melhorado a vida das pessoas.  Mas, isso é outra história.
- Ah! vai desculpando cara! Não quis ofender. Também não precisa ficar aí, do outro lado da linha, fazendo discurso!
- Pois é... como eu ia dizendo... tem coisas que os motoristas de Alécia ainda não aprenderam...
-  O quê, por exemplo?  -  pergunto.
- Usar as chamadas "luzes de posição" do veículo para, com antecedência, indicar que vai dobrar à direita ou à esquerda.  Isso faz com que o tráfego flua melhor.
- Ahn... sei...  -  disse, concordando. - Assim, alguém que vai sair não fica esperando no cruzamento. Mas, parece que tem gente achando que as "setas" são enfeites.
- Outra coisa...   -  prossegue Abnara  - ...nos sinais, eles ficam parados mais do que o tempo necessário.
- Como assim?  O vermelho não é pra parar e o verde para seguir?  -  pergunto.
- É... mas tem gente que permanece muito tempo parado depois que o sinal abre...
- Hummm!!! Comporta-se como nosso amigo Anésio, você quer dizer?
- É... mais ou menos assim... desligados, desmemoriados, como o coitado do Anésio.
- Então, você quer dizer que está faltando vivacidade, prontidão em agir, em se mover!?
- Isso mesmo!  Tem gente dirigindo em Alécia como antigamente... Não percebeu ainda que as coisas mudaram.  No tempo em que, numa cidade grande, passam 10 carros no sinal verde, aqui passam, no máximo, 4 ou 5.
- Você tem razão, cara!  Também venho percebendo isso, no trânsito de Alécia. No, Rio, quando isso é possível, a gente fica de olho no semáforo do "adversário". Quando acende o amarelo pra ele, a gente já vai engatando a primeira, né?
- É isso. Faz parte da vivacidade que você falou. Ah, mas tem mais...!
- O quê?
- Tá lembrado daquele "pardal" que botaram perto da ponte?
- Sei... o que tem ele?
- Ora! A ponte já é um dos gargalos do tráfego de Alécia... Com aquele "pardal", tem motorista reduzindo a velocidade a 30 quilômetros, às vezes menos, quando a velocidade autorizada é de 50!
- Humm... entendi! Será que as pessoas não sabem que tem direito em ultrapassar 10 porcento?
- Acho que não!  Mas, o pior é que o "pardal", além de não estar de acordo com a lei, está em lugar inadequado!  -  concluiu Abnara.
- É você tá certo, velho!  Mais uma vez você demonstra porque é considerado a "Luz da Sabedoria"!
- Qué isso,  Alethea, não precisa tanto!
- Sempre modesto, hein!  Um grande abraço pra você... meus bônus estão no fim.  E, por falar em bônus, Abnara, o que você acha dos motoristas que ficam atrás do volante com o celular no pé do ouvido?
Abnara não me respondeu.  Acho que já havia desligado seu celular.

Autor: Souza Neto
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NÃO HÁ MOTIVOS PARA COMEMORAÇÕES...

...ENQUANTO OS ESTADOS UNIDOS NÃO MODIFICAREM SUA POLÍTICA EM RELAÇÃO A OUTROS POVOS!

 Do G1, com agências internacionais

Comemoração
 
Enquanto Obama fazia seu pronunciamento, dezenas de norte-americanos já cercaram a Casa Branca comemorando a morte do terrorista. Também houve comemoração no Marco Zero, local dos atentados em Nova York, e em outros pontos do país.

Em frente à Casa Branca, em Washington, multidão comemora o anúncio da morte de Osama bin Laden.  (Foto: AP) 
Em frente à Casa Branca, em Washington, multidão comemora o anúncio da morte de Osama bin Laden. (Foto: AP)
Antes do pronunciamento, a morte de Bin Laden já havia sido divulgada pela rede de TV CNN e confirmada por três fontes norte-americanas e também anunciada pela agência de notícias Reuters.

TIRANOS E TERRORISTAS ESPALHADOS PELO MUNDO SÃO, EM GRANDE PARTE, CRIAÇÕES DO IMPERIALISMO NORTE-AMERICANO!

domingo, 1 de maio de 2011

OS DONOS INVISÍVEIS DO MOVIMENTO AMBIENTALISTA - Por: Nilder Costa

Nilder Costa é um dos autores do livro Máfia Verde  -  Ambientalismo, Novo Colonialismo.

No artigo abaixo você verá que os obstáculos impostos pelos ambientalistas para a construção do Complexo Intermodal Porto Sul vão muito além do que tem sido noticiado na mídia local. Não se limitam a interesses econômicos ligados a brasileiros que possuem terras entre Ilhéus e Itacaré.  Na verdade, esses proprietários de terras, juntamente com alguns desinformados de Ilhéus e de Uruçuca, são simplesmente instrumentos de manobra das grandes potências da hegemonia econômica mundial. O que se deseja obstar mesmo é o desenvolvimento econômico, e as obras de infra-estrutura são vetores do desenvolvimento.  Está em voga uma nova espécie de "colonialismo".  O lema é: 

"MANTER O SUBDESENVOLVIMENTO PARA DOMINAR"

Transcrevi apenas quatro tópicos do artigo, incluindo o primeiro e o último.  Quem desejar ler tudo poderá acessar o link que está no final.

Souza Neto

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Os donos invisíveis do movimento ambientalista

Certamente as Organizações Não-Governamentais jamais teriam a indiscutível projeção e influência que desfrutam atualmente na opinião pública mundial não fora o decisivo financiamento que receberam – e recebem – de grandes fundações norte-americanas que, por serem, nominalmente, filantrópicas, recebem generosas isenções fiscais do governo estadunidense. As doações destas fundações multimilionárias têm se revelado crucial para as ONGs, principalmente no crítico período que se segue à sua instalação, quando recebem uma espécie de “capital inicial” para deslancharem suas atividades. 
(...)

Financiando as ONGs

A Fundação Rockefeller tem sido muito pródiga com essa sua criatura, para a qual já desembolsou mais de US$ 20 milhões. Sua filial brasileira recebeu ano passado US$ 570.000 e, em anos anteriores, outras quantias igualmente polpudas. O enlace do LEAD com a matriz do aparato ambientalista internacional, dirigida por famílias aristocráticas britânicas e agregados, é estabelecido por meio de Sir Shridath Ramphal, que ocupa a presidência do Comitê Internacional do programa. Sir Ramphal integra o mais alto escalão do aparato: ex-Secretário Geral da Comunidade Britânica de 1975 a 1990, é também o atual presidente da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).
A mais recente contribuição da Fundação Rockefeller para a campanha contra a Hidrovia Paraguai-Paraná estabeleceu-se por intermédio do LEAD, quando três dirigentes de sua filial brasileira integraram o grupo dos 11 magníficos que escreveram o citado libelo «Relatório de Uma Análise Independente». São eles: Israel Klabin, Henrique Rattner e Enéas Salati.

(...)

O WWF por trás

Em 1994, o CEBRAC foi comissionado pelo WWF para engrossar a campanha contra a Hidrovia e em setembro deste ano Maurício Galinkin lançou o panfleto «Quem paga a conta?» – onde tenta demonstrar, sem sucesso, que o projeto é economicamente inviável. Em outubro de mesmo ano, o panfleto foi lançado em inglês, na cidade de Gland, Suíça, sede mundial do WWF. Na ocasião, Leonardo Lacerda, diretor do WWF para a América Latina, disse que «o projeto [da Hidrovia Paraguai-Paraná] não deve ser levado adiante».

(...)

Os efeitos multiplicadores das obras de infra-estrutura

É fato inconteste que o transporte (Grifo de O Aríete), a infra-estrutura urbana, energia, grandes obras hidráulicas e comunicações têm sido fatores decisivos para o desenvolvimento econômico.



São exatamente os efeitos multiplicadores das grandes obras de infra-estrutura, como a Hidrovia Paraguai-Paraná, de característica não-linear e geralmente incomensuráveis, o que os donos do aparato ambientalista internacional mais temem e querem impedir. Sabem eles que tais empreendimentos não agregam à economia um produto propriamente dito mas algo muito mais importante: agregam eficiência e produtividade aos setores da economia que produzem bens para a sociedade; criam novos mercados onde não existiam, viabilizam novas fronteiras agrícolas ou a exploração econômica de recursos naturais, possibilitam o surgimento de novas cidades, são um fator importante para a integração e ocupação territorial e têm um papel fundamental para a logística da defesa nacional. (destaquei)

Por conseguinte, a decisão de sua implantação deve obedecer a diretrizes de um planejamento estratégico da Nação, necessariamente de longo prazo, e não a análises tipo custo-benefício, que são critérios auxiliares – mas jamais decisórios – feitos por incompetentes.
Problemas ambientais existem e devem ser solucionados, pois afetam a vida humana. Entretanto, o fato dos ambientalistas tratarem de forma secundária os verdadeiros problemas ambientais, como o tratamento de esgotos e a poluição atmosférica das grandes cidades, demonstra uma clara e consciente inversão de valores, pelo que deveriam ser chamados de “desindustrialistas” e não de ambientalistas.


Nilder Costa

Para ler a matéria completa, acesse o link:

PRA NÃO PERDER O FOCO (SOBRE O INIMIGO)

 "Nos momentos de calmaria, tantas coisas acontecem... Na calmaria, somos pegos de surpresa e o inimigo nos passa uma rasteira."

 POR ISSO, É SEMPRE BOM RELEMBAR:

WWF quer “decapitar” ferrovia Oeste-Leste

No domingo 25 de abril, um grupo de ONGs capitaneadas pelo WWF promoveu um “abraço simbólico” em torno da Lagoa Encantada, em Ilhéus (BA), para protestar contra a criação de um porto privado da empresa Bahia Mineração na Ponta do Tulha, no mesmo município. A alegação dos “verdes” é a de que o empreendimento prevê o desmatamento de uma área de Mata Atlântica preservada equivalente a meio Parque do Ibirapuera, em São Paulo (SP), e que espécies endêmicas, como o macaco-prego-do-peito-amarelo, estariam ameaçadas de extinção (O Estado de S. Paulo, 26/04/2010).

Argumento frágil

Um dos argumentos utilizados pelo WWF como justificativa contra o empreendimento é que o Brasil, como signatário da Convenção sobre a Diversidade Biológica da Organização das Nações Unidas (ONU) e da ICRI – International Coral Reef Initiative (Iniciativa Internacional dos Recifes de Coral), firmou compromissos no âmbito internacional para a proteção e conservação da biodiversidade e que, além disso, a ONU declarou o ano de 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade, ano em que o Brasil se comprometeu oficialmente em eliminar o desmatamento na Mata Atlântica.

A verdadeira intenção do WWF

Dias antes do manifesto das ONGs, o Ministério Público Federal em Ilhéus (BA) já havia ajuizado uma ação civil pública pedindo a suspensão da audiência pública convocada pelo Ibama com vistas ao processo de licenciamento ambiental do empreendimento (Ecodebate, 14/04/2010).
Ora, porque será que o poderoso WWF se abalaria para organizar um protesto desses, para impedir o desmatamento de “meio Ibirapuera” – cerca de 80 hectares – por causa da construção de um porto privado em Ilhéus?
O que se pretende, de fato, é impedir a implantação do Complexo Portuário projetado para Ilhéus – o chamado Porto Sul – que será a “cabeça” da estratégica ferrovia Oeste-Leste e sua continuação até Vilhena (RO), o que poderia viabilizar o projeto da ferrovia Transulamericana, ligando os oceanos Atlântico e Pacífico (Puerto Bayóvar, Peru), idealizado pelo engenheiro Vasco Azevedo Neto, professor Emérito da Universidade Federal da Bahia.

 

Mas a ferrovia Oeste-Leste…

Em uma primeira fase, a ferrovia Oeste-Leste (EF-334) ligará Ilhéus a Figueirópolis (TO), entroncando com a ferrovia Norte-Sul (EF-151), e daí entronca com a EF-246, ligando Uruaçu (GO) a Vilhena (RO), totalizando cerca de 3,1 mil quilômetros de novas ferrovias. Recorde-se que, em 2008, a Câmara de Deputados aprovou a Medida Provisória 427, que promoveu uma verdadeira revolução no sistema ferroviário brasileiro e no próprio Plano Nacional de Viação (PNV), com a inclusão de novas ferrovias e a alteração e ampliação do traçado de outras já existentes ou em projeto. Ressalte-se que uma das mudanças introduzidas na MP foi a que denomina a EF-246 (Uruaçu-Vilhena) como Transcontinental Brasil-Peru (Alerta Científico e Ambiental, 27/02/2009).

…será mesmo construída.

Em março passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador baiano Jaques Wagner lançaram o edital de licitação para construção da Oeste-Leste (cerca de 1.400 km), um investimento de R$ 6 bilhões. A previsão é de que a primeira etapa da construção da ferrovia esteja concluída no primeiro semestre de 2011, a segunda no primeiro semestre de 2012 e toda a ferrovia até o final de 2012 (Valor Econômico, 22/03/2010).
Resumindo, o WWF está arregimentando ONGs satélites para formar uma “coalizão” similar à que montou em meados da década de 1990, a chamada Coalizão a Rios Vivos, para impedir a implantação da hidrovia Paraguai-Paraná, cujo projeto completo prevê a interligação das bacias Prata-Amazonas-Orenoco – a Grande Hidrovia, com 10 mil quilômetros de extensão, ligando pelo interior, o Caribe ao estuário do Prata. No caso atual, o objetivo estratégico do “Estado-Maior” ambientalista é “decapitar” a ferrovia Oeste-Leste, para bloquear este crucial vetor de interiorização do desenvolvimento brasileiro, mas também desencorajar qualquer pretensão para se concretizar uma futura ligação ferroviária interoceânica.

Movimento de Solidariedade Íbero-americana

Créditos: este post é matéria apresentada no boletim eletrônico do Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Volume II, n° 2, de 29/04/2010. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.
Para maiores informações, consultar o site do Movimento de Solidariedade Íbero-americana, em: msia.org.br
Imagem: jornalnovafronteira.com.br.

Olimpiadas Militares Rio de Janeiro 2011 .

Olimpíadas Militares - Rio de Janeiro


O Rio de Janeiro será sede, de 16 a 24 de Julho de 2011, dos V Jogos Mundiais Militares, também conhecidos como as Olimpíadas Militares.

Os Jogos Mundiais Militares são, por número de participantes, o terceiro maior evento esportivo do mundo, ficando atrás apenas dos Jogos Olímpicos de Verão e das Paraolimpíadas.

Os Jogos Militares tem importância não apenas pela grandeza, mas também e principalmente pelo seu simbolismo: se as Olimpíadas tem por objetivo celebrar a Paz entre os Povos, mais significativas ainda são as competições - pacíficas - entre os Exércitos dos Povos.

A última edição dos Jogos ocorreu em Hyderabad, na India, em 2007, e reuniu aproximadamente 5 mil atletas de 101 países.
O Rio foi escolhido como sede dos Jogos Militares em 2007, muito antes de ser eleito a sede dos Jogos Olímpicos de 2016.


O Rio espera receber mais de 100 países e mais de 6 mil atletas para os Jogos.

Ver Modalidades, Locais e Datas de Realização das Competições de 2011.

MARINHA CONTA COM ATLETAS DE ALTO NÍVEL PARA OS 5º JOGOS MUNDIAIS MILITARES DO CISM

MN Manuela Correa se supera e vence competição no CEFAN

Escrito por João Henrique Amaral   
Sex, 29 de Abril de 2011 16:24
Pódio do individual geral feminino do 2º Torneio Internacional de Pentatlo Naval. Crédito: GingafotosPódio do individual geral feminino do 2º Torneio Internacional de Pentatlo Naval. Crédito: GingafotosA MN Manuela Correa venceu o 2º Torneio Internacional de Pentatlo Naval, na manhã desta sexta-feira, dia 29, no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN). Ela encerrou a competição com 5.692 pontos, melhor marca da carreira.

"Acho que a minha técnica está melhorando a cada dia. Não consegui a melhor marca em nenhuma prova específica, mas a soma da pontuação foi a melhor da minha vida. Sinto que ainda posso melhorar e, quem sabe, bater nos 5º Jogos Mundiais Militares as norueguesas e a finlandesa invictas há oito anos (Terhi Pyyhtïa Sassi)", disse a MN Manuela, de 22 anos.

A competição feminina foi disputada por seis atletas, sendo cinco brasileiras e uma alemã, a Suboficial Isabell Bahlmann, que conquistou a medalha de prata, com 5.582 pontos. A MN Jéssica Lessa completou o pódio (5.531 pontos) e a Cb Fabiane Marinho ficou em quarto lugar.

"Estava muito bem na prova, mas na hora do tiro, depois de acertar os três primeiros, perdi a concentração e a chance de subir ao pódio. No cross-country (quinta prova, que fecha o pentatlo naval), o tiro define muita coisa. Um errinho e tchau tchau medalha", explicou a CB Fabiane, sem perder a esportividade.

sábado, 30 de abril de 2011

CPM ILHÉUS REALIZA SOLENIDADE DE ENTREGA DA BOINA AZUL A NOVOS ALUNOS.

Nesta sexta, 29, o Colégio da Polícia Militar de Ilhéus realizou a solenidade de entrega da "Boina Azul" aos novos alunos matriculados e a troca de galões e divisas dos alunos promovidos.  A cerimônia foi no Batalhão da Polícia Militar de Ilhéus e contou com a presença de pais, diretores, professores e de diversas autoridades locais e regionais.

 




CORRIDA TIRADENTES - NOVA DATA

Em virtude das chuvas do último dia 20, a I Corrida Tiradentes foi transferida para 15 de maio (Domingo).  Escolas e corredores avulsos  interessados em participar da prova ainda poderão fazer suas inscrições na Seção de Educação Física (SEFIS) do Colégio da Polícia Militar de Ilhéus até sexta-feira (06/05/2011).

E AGORA ALELUIA!

Aninha Zortea, a justiceira:
  

É editado pela menininha da foto acima.  Aninha Zortea tem apenas 10 anos e o pai estava entre os passageiros do vôo 447 da Air France, que caiu no mar em 2009.

Leia o que Aninha escreveu no Blog do Azenha (Vi o mundo), numa resposta à carta preconceituosa do ex-deputado   baiano José Carlos Aleluia.



 Para conhecer os 425 comentários que a postagem de Aninha recebeu acesse o link abaixo:


sexta-feira, 29 de abril de 2011

ESPAÇO DO LEITOR – COMENTÁRIO QUE MERECEU IR PARA O FRONT DO BLOG.

"Há coisas que precisamos ficar atentos ao que está a acontecer na Bahia. Há aqueles que querem o desenvolvimento sustentável, há aqueles que tentam impedir por razões políticas e há aqueles que, o quanto pior, melhor."

 LEIA MAIS EM   O SARRAFO

RIQUEZAS DA AMAZÔNIA AZUL

Este artigo traz interessantes informações a respeito da nossa Zona Exclusiva Econômica (ZEE)  -, hoje denominada "Amazônia Azul".  Aproveito para destacar a importância de nossa soberania sobre ilhas oceânicas, em especial, Trindade.  Com a posse territorial de Trindade, as 12 milhas do Mar Territorial Brasileiro começam a ser medidas a partir da ilha, seguindo-se mais 200 milhas da ZEE, mar adentro, na direção do Continente Africano.

O artigo a seguir mostra a importância da participação da nossa Marinha nesse processo de mapeamento e exploração dos nossos recursos naturais no mar.  Com essa finalidade, a Marinha do Brasil abriga a SECIRM  -  Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar.
 
Leia o artigo escrito por "Brasil Econômico".

"Brasil se lança ao mar para explorar recursos minerais

Pré-sal atrai interesse internacional pela costa brasileira e país corre com R$ 150 mi para fincar bandeira sobre riquezas submarinas

Entre o Brasil e a África existe mais do que um oceano. Há potássio, ouro e diamante, entre outros minerais valiosos que exigem empenho tecnológico e conhecimento técnico para saber aproveitá-los. As riquezas submarinas da costa brasileira recebem, agora, os holofotes do cenário internacional após a descoberta do pré-sal, onde a Petrobras se prepara para extrair petróleo a uma profundidade de até 7mil metros.
"A consciência de que temos muitos recursos minerais no mar ganhou bastante visibilidade com o pré-sal. Está mais do que na hora de o Brasil dar ênfase a essa questão estratégica que é conhecer melhor a plataforma continental e a área internacional marítima", observa Thales de Queiroz Sampaio, da Secretaria de Geologia e Mineração do Ministério de Minas e Energia (MME).
Sampaio coordena o Programa de Avaliação da Potencialidade Mineral da Plataforma Continental (Remplac), que reserva R$ 150 milhões para aproximar Estado e universidades em torno do tema mineração submarina. "Vamos investir muito mais dinheiro nos próximos 20 anos do que podemos imaginar hoje", indica.
O aporte será para identificar a viabilidade econômica e traçar as linhas dos desafios técnicos de exploração, por exemplo, areia e cascalho para a indústria de construção civil — recursos encontrados em larga escala a uma profundidade média de 30 metros entre o Espírito Santo e o Maranhão. Já outros minerais mais valiosos como o diamante existente na costa baiana demandarão expertise tecnológica mais apurada, visto que estão a um quilômetro sob o nível do mar — área dominada pela Petrobras que pode ceder tecnologia.
O mesmo vale para o zircônio encontrado no litoral sul da Bahia — insumo caro e bastante empregado no revestimento de reatores nucleares. A ilmenita usada na construção de partes de aviões e naves espaciais também recebe atenção. Assim como, o calcário usado pelo setor químico e farmacêutico. Além do potássio que fabricantes de fertilizantes precisam importar para atender a demanda crescente de um país voltado para o agronegócio.
Os recursos estão em uma região com 4,5 milhões km², distribuída ao longo de 370 km da costa mar adentro — a chamada Zona Econômica Exclusiva (ZEE), ou Amazônia Azul. Parte do potencial submarino já foi mapeado pela Marinha, que equipou um navio para a missão com repasse de R$ 10 milhões cedidos pela Finep.
A embarcação recebeu um multifeixe, aparelho que faz o mapeamento do solo marinho (batimetria), identificando o que há no fundo do mar. "Existem recursos em solo marinhos além das 200 milhas náuticas (370 quilômetros da costa e estamos desenvolvendo atividades para essa área", adianta Carlos Roberto Leire, da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (Cirm) — órgão encabeçado pelo MME e Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) que conta com a participação de 18 universidades federais e estais.
Instituto do mar
A Universidade Estadual Paulista (Unesp) é uma das parceiras que se prepara para começar as obras de um centro de pesquisa voltada para o oceano, o Núcleo de Estudos Avançados do Mar, em São Vicente (SP).
O local será formado prédio e galpões nos quais pesquisadores em nível de mestrado e doutorado deverão produzir conteúdo, entre outros temas, sobre geologia marinha. "O objetivo é ter uma forte formação de recursos humanos para difusão de conhecimento técnico", diz a pró-reitora de pesquisa, Maria José Giannini.
O instituto terá parcerias com empresas para aproveitar profissionais e pesquisas. "Queremos uma forte interlocução com a iniciativa privada."
O centro recebe R$ 25 milhões do MCT para equipamentos. Outro aporte de até R$ 7 milhões será aplicado até 2012 pela Unesp na construção do complexo de 10 mil m².
"A ocupação de áreas fora dos domínios brasileiros, a Amazônia Azul, é prioridade para a Marinha. O temor é ter como vizinho, às portas do país, nações como China"
"Tecnologia é entrave, tanto que a Marinha alugou por US$ 560 mil uma embarcação para coletar material em uma cordilheira rica em zinco, cobre, ouro e prata na Região Sul. As amostras servirão de base para registrar como território brasileiro a montanha submarina a 1,4 mil km de profundidade"

Fonte: Brasil Econômico - SP

HARD ROCK - Led Zeppelin


HARD ROCK - Airbourne




quinta-feira, 28 de abril de 2011

EDITORIAL

Ontem, em alguns Blogs da região, li comentários contendo críticas de gente da "máfia verde" a Eva Chiavon, Secretária-Chefe da Casa Civil do Governo da Bahia. 

As críticas estavam direcionadas às declarações sobre a escolha da nova área para o Porto Sul, em Aritaguá e à citação de que "ambientalistas" paulistas estariam interferindo no referido projeto.  Foi o suficiente para provocar um rebuliço no cerne do "aparato" ilheense.

Por conhecer muito bem essa gente da "máfia", sei que é necessário contra-atacar de imediato.  Por essa razão, O Aríete está publicando opiniões abalizadas (vide postagens abaixo) que se contrapõem ao alarmismo disseminado pelo aparato "ambientalista-indigenista" mundial, do qual os anti-desenvolvimentistas e anti-patriotas de Ilhéus fazem parte.  

Todas as "teses" dos "capacetes-verdes"  -  pessoas a soldo e serviço de interesses exógenos e contrários ao desenvolvimento brasileiro  -  são desprovidas de fundamentação científica.  Não passam, portanto, de falácias. Note que algumas opiniões contrárias às "teses" dos "verdes" publicadas nas postagens abaixo são de cientistas.

O Aríete está, também preparando um artigo de lavra própria, no qual pretende retirar definitivamente a máscara dos "ambientalistas" que militam em Ilhéus e região.  Estes não devem ser confundidos com ecologistas ou preservacionistas.  Preservacionistas somos todos nós que estamos a favor da construção do Complexo Intermodal Porto Sul, com a adoção de medidas mitigadoras dos impactos e acompanhadas das compensações ambientais, econômicas e sociais.

O Aríete